
A proteção jurídica
Paga o advogado, as custas judiciais e a peritagem. A sua única regra absoluta: tem de existir antes do litígio, nunca depois.
O que assume
- Os honorários de advogado, na Suíça e muitas vezes na Europa.
- As custas de tribunal e de peritagem.
- As custas de parte devidas à parte contrária em caso de perda.
- Uma linha de aconselhamento jurídico, utilizável sem abrir processo.
O prazo de carência
A maioria dos contratos prevê um prazo — muitas vezes três meses — antes de a cobertura se aplicar a certos domínios, em particular o direito do trabalho e o arrendamento. É isso que impede de subscrever no dia seguinte a um despedimento.
Um litígio já nascido, ou cujo nascimento era razoavelmente previsível, nunca é coberto. É a regra mais dura deste ramo e a que provoca mais recusas.
Privado ou circulação?
A proteção jurídica circulação cobre os litígios ligados ao veículo; a privada cobre o arrendamento, o trabalho, o consumo e a vizinhança. Vendem-se separadamente e o pacote das duas custa muitas vezes pouco mais do que uma. Verifique sobretudo se o direito do trabalho está incluído: é o domínio mais utilizado.
O que faz o preço
- Os domínios cobertos: privado, circulação, trabalho, arrendamento.
- A composição do agregado.
- O teto de cobertura por caso.
- A cobertura geográfica.
Não mostramos tarifas nesta página. Ao contrário dos prémios LAMal, nenhum registo público publica os preços deste ramo: dependem do seu perfil e calculam-se caso a caso. Anunciar aqui um montante seria uma invenção.