
O 3a — no banco ou na seguradora
São dois produtos diferentes vendidos com o mesmo nome. Um é uma conta que alimenta quando quer; o outro é um contrato que o compromete durante anos, em troca de uma cobertura.
A conta bancária
Deposita o que quiser, quando quiser, até ao limite anual. Um ano fraco não custa nada além da dedução fiscal desse ano. A conta pode ficar em liquidez ou ser investida em títulos, com encargos de gestão a comparar em percentagem.
É a solução flexível, e é a que convém à maioria das situações. Abrir várias contas permite escalonar os levantamentos por vários anos fiscais, o que reduz o imposto de saída.
A apólice de seguro
Combina poupança e cobertura: capital em caso de morte, e muitas vezes isenção do pagamento dos prémios em caso de incapacidade de ganho. Essa cobertura tem valor real para quem tem encargos de família e nada mais para os proteger.
Em contrapartida, compromete durante uma duração longa. Interromper cedo custa: o valor de resgate dos primeiros anos é regularmente inferior ao total depositado. É a decisão a não tomar num dia em que se tem pressa.
O que faz o preço
- A sua capacidade de depositar regularmente, ano após ano.
- A necessidade de uma cobertura em caso de morte ou de isenção do pagamento dos prémios.
- O horizonte de investimento, e a parte aplicada em títulos.
- Os encargos, expressos em percentagem e não em francos.
Não mostramos tarifas nesta página. Ao contrário dos prémios LAMal, nenhum registo público publica os preços deste ramo: dependem do seu perfil e calculam-se caso a caso. Anunciar aqui um montante seria uma invenção.
Os outros ramos
- O seguro automóvel na Suíça
- O seguro de recheio do lar
- A responsabilidade civil privada
- O seguro de viagem
- A proteção jurídica
- A hipoteca na Suíça
- O seguro para animais
- Os seguros depois dos 55 anos
- O seguro de doença dos transfronteiriços
- A previdência suíça, os três pilares
- A morte, e o que deixa aos outros
- A família, a gravidez e o bebé
- Segurar-se ao chegar com uma autorização
- O que é reembolsado, e o que não é
- A hospitalização, do comum ao privado